Nos últimos dias, o atacante Loco Abreu trocou o sorriso constante e os gritos de incentivo aos companheiros pelo silêncio e pela reflexão. No treino de sexta feira, por exemplo, foi impossível não notar seu olhar distante e cabisbaixo. Parecia que a perda do pênalti contra o Palmeiras ainda machucava o coração do uruguaio.
domingo, 17 de outubro de 2010
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